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Domingo, 11 de Junho de 2006

Curso Basico sobre Mediunidade - parte 4 de

(continuação)

VI - Classificação Mediúnica

(Segundo a aptidão do médium)

1 - EFEITOS FÍSICOS:

Mediunidade em que se observam os fenômenos objetivos e, por isso, perceptíveis pelos sentidos físicos.

Os médiuns de efeitos físicos, segundo Kardec, podem ser:

a.    Facultativos - O que tem consciência da sua mediunidade e se presta à produção dos fenômenos por ato de sua própria vontade;

b.   Involuntário ou natural - Nenhuma consciência tem dessas faculdades psíquicas, servindo muitas vezes, de instrumento dos fenômenos, a seu mau grado. (Ref. 1, Cap. XIV).

O médium de efeitos físicos, durante a produção dos fenômenos, pode permanecer em estado de transe, ou completamente desperto.

Os fenômenos de efeitos físicos mais comuns são:

a.    LEVITAÇÃO: Quando pessoas ou objetos são erguidos no ar, sem interferência de recursos materiais objetivos;

b.   TRANSPORTE: Quando objetos são levantados e deslocados de uma parte para outra, dentro do mesmo local ou trazidos de locais distantes;

c.    TIPTOLOGIA: Comunicação dos Espíritos - valendo-se do alfabeto ou qualquer outro sinal convencionado - por meio de movimento de objetos ou através de pancadas.

O Espírito responderá às perguntas formuladas, valendo-se de um código estabelecido anteriormente.

Por exemplo:

·       Uma pancada significa sim; duas pancadas, não.

·       Uma pancada corresponde a letra A; duas pancadas correspondem à letra B, etc.;

·       As letras do alfabeto são dispostas sobre uma mesa e os Espíritos conduzem um determinado objeto que, percorrendo as várias letras, forma palavras e frases inteiras.

A tiptologia, portanto, pode ser obtida de maneira muito variada, a critério dos responsáveis pela experiência.

É muita conhecida, nesse caso, a experiência com o copo;

d.   MATERIALIZAÇÃO: Manifestação dos Espíritos, através da criação de formas ou efeitos físicos.A materialização se desdobra em nuances variadas - sinais luminosos ligeiros ou intensos, ruídos, odores e a materialização propriamente dita, desde apenas determinadas partes do corpo até a completa materialização da entidade espiritual que se comunica.

Para a materialização, os Espíritos manipulam e conjugam três elementos essenciais:

·       Fluidos inerentes à Espiritualidade;

·       Fluidos inerentes ao médium e demais participantes da reunião;

·       Fluidos retirados da natureza, especialmente da água e das plantas.

e.    VOZ DIRETA ou PNEUMATOFONIA - Comunicação oral do Espírito, diretamente, através de um aparelho vocal fluídico, manipulado pela espiritualidade.Nesse caso, os presentes registram apenas a voz dos Espíritos.

f.     ESCRITA DIRETA OU PNEUMATOGRAFIA - Comunicação dos Espíritos, através da escrita direta, isto é, sem concurso físico do médium.

A mensagem é grafada pelos Espíritos e, para tanto, nem o próprio lápis é indispensável.

g.   DESDOBRAMENTO (bicorporeidade) - Exteriorização do perispírito do médium que, afastado do corpo carnal - ao qual se liga pelo cordão fluídico - se manifesta materializado em local próximo ou distante.

O desdobramento pode assumir outras características, as quais, necessariamente, não se enquadram na categoria de efeitos físicos.

Por exemplo:O Espírito do médium, afastado do corpo, pode se fazer notar em outro local, através da vidência de um segundo médium.(Ref. 3, Cap. XII.)

2 - SENSITIVOS OU IMPRESSIONÁVEIS:

São aqueles cuja mediunidade se manifesta através de uma sensação física experimentada pelo médium, à aproximação do espírito.Assim, o médium impressionável, ainda que não ouça ou veja um Espírito, sente a sua presença pelas reações em seu organismo .

Do teor dessas reações, pode o médium deduzir a condição do Espírito:Rebelde, perseguidor, evoluído, dócil, etc.

Com o exercício, o médium chega a identificar, individualmente, os Espíritos, à sua simples aproximação.(Ref. 1, Cap. XIV)

3 - AUDITIVOS:

O médium audiente ouve vozes proferidas pelos Espíritos ou sons por eles produzidos, bem como, sons da própria natureza, que escapam à percepção da audição normal.

Por ser fenômeno de natureza psíquica, é fácil compreender-se que a audição se verifica no órgão perispíritico do médium, por isso, independe de sua audição física. (Ref. 3, Cap IX)

4 - VIDÊNCIA:

Faculdade mediante a qual o médium percebe, pela visão hiperfísica, os Espíritos desencarnados ou não, bem como situações ou paisagens do plano espiritual.Pode-se classificar em:

a.      VIDÊNCIA AMBIENTE OU LOCAL - quando o médium percebe o ambiente espiritual em que se encontra, registrando fatos que ali mesmo se desdobram ou então, quadros, sinais e símbolos projetados mentalmente por Espíritos com os quais esteja em sintonia.

b.     VIDÊNCIA NO ESPAÇO - O médium vê cenas, sinais ou símbolos em pontos distantes do local em que se encontra.

c.      VIDÊNCIA NO TEMPO - O médium vê cenas, representando fatos a ocorrer (visão profética) ou fatos passados em outros tempos (visão rememorativa).

d.     PSICOMETRIA - Forma especial de vidência que se caracteriza pelo desenvolvimento, no campo mediúnico, de uma série de visões de coisas passadas, desde que, posto em presença do médium um objeto qualquer ligado àquelas cenas.Essa percepção se verifica em vista de tais objetos se acharem impregnados de influências pessoais dos seus possuidores ou dos locais onde se encontravam.

5 - FALANTES OU PSICOFÔNICOS:

Os médiuns falantes ou psicofônicos transmitem, pela palavra falada, a comunicação do Espírito.

É uma das formas de mediunidade mais comuns no intercâmbio mediúnico e é freqüentemente denominada de “incorporação”.

O médium psicofônico pode ser:

a.      CONSCIENTE - O Espírito comunicante transmite telepaticamente, às vezes de grandes distâncias, as suas idéias ao médium, que as retrata aos encarnados com as suas próprias expressões.

b.     SEMICONSCIENTE - Estabelecida a sintonia, ou equilíbrio vibratório, o Espírito comunicante, através do perispírito do médium, entra em contato com este, passando a atuar sobre o campo da fala e outros centros motores do médium.

Não há afastamento acentuado do Espírito do médium e este não perde a consciência ou conhecimento do que se passa.

Sujeita-se, espontaneamente, à influência do Espírito comunicante, mas o controla devidamente, podendo reagir a qualquer momento a essa influência, pela própria vontade.

O Espírito, apesar de não ter domínio completo sobre o médium, pode expressar com mais fidelidade as suas idéias, do que no caso anterior.

Na psicofonia semiconsciente, o comunicante é a ação, mas o médium personifica a vontade. (Ref. 3, Cap. XI)

c.      INCONSCIENTE - Também denominada psicofonia sonambúlica, se processa com o afastamento do Espírito do médium de seu corpo.

O comunicante utiliza-se mais livremente dos implementos físicos do medianeiro, pelo que a sua comunicação é mais fiel e isenta de “interpretações” por parte do médium.É comum, nesse caso, observada a afinidade, o Espírito retratar também, com maior ou menor nitidez, o tom de voz, as maneiras e até mesmo o seu aspecto físico característico.

Se o comunicante é um Espírito de inteira confiança do médium, este se afasta, tranqüilamente, cedendo-lhe o campo somático, como que entrega um instrumento valioso às mãos de um artista emérito que o valoriza.

Quando, no entanto, o irmão que se manifesta se entrega à rebeldia ou perversidade, o médium, embora afastado do corpo, age na condição de um enfermeiro vigilante que cuida do doente necessitado.Esse controle é pacífico, porque a mente superior subordina as que lhe situam à retaguarda nos domínios do Espírito.

Quando se trata de uma entidade intelectualmente superior ao médium, porém, degenerada ou perversa, a fiscalização corre por conta dos mentores espirituais do trabalho mediúnico.

Se a psicofonia inconsciente ou sonambúlica se manifesta em um médium desequilibrado - sem méritos morais - ou irresponsável, pode conduzi-lo à subjugação (possessão), sempre nociva e que, por isso, apenas se evidencia integral nos obsessos que renderam às forças vampirizantes.

 (continua)

publicado por rcardigos às 18:31

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