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Domingo, 11 de Junho de 2006

Curso Basico sobre Mediunidade - parte 5 de

(continuação)

6 - SONAMBÚLICOS:

No sonambulismo vemos duas ordens de fenômenos:

a.      O sonâmbulo, propriamente dito, que age sob a influência de seu próprio Espírito.

É a sua alma que, nos momentos de emancipação, vê, ouve e percebe fora dos limites dos sentidos.

Suas idéias são, em geral, mais justas do que no estado normal;; seus conhecimentos mais dilatados, porque tem livre a alma.

b.     O médium sonambúlico, ao contrário, é um instrumento passivo e o que diz não vem de si mesmo.

Enquanto o sonâmbulo exprime o seu próprio pensamento, o médium exprime o de outrem; confabula com os Espíritos e nos transmite os seus pensamentos. (Ref. 1, Cap. XIV.)

Médium sonambúlico, portanto, é aquele que, em estado de transe, se desprende do corpo e, nessa condição de “liberdade”, nos descreve o que vê, o que sente e ouve no plano Espiritual.

Esta mediunidade é denominada por André Luiz como DESDOBRAMENTO e assim é também classificada por diversos autores. (Ref. 2, Cap. XI.)

7 - CURADORES:

A mediunidade de cura é a capacidade que certos médiuns possuem de provocar reações reparadoras de tecidos e órgãos de corpo humano, inclusive os oriundos de influenciação Espiritual.

Nesse campo é muito difundida a prática de “passes” individuais ou coletivos, existindo dois tipos, assim discriminados:

a.      Passe ministrado com os recursos magnéticos do próprio médium;

b.     Passe ministrado com recursos magnéticos hauridos, no momento, do Plano Espiritual.

No primeiro caso, o médium transmite ao doente suas próprias energias fluídicas, operando assim, um simples trabalho de magnetização.No segundo, com a presença do médium servindo de polarizador, um Espírito desencarnado faz sobre o doente a aplicação, canalizando para ele os fluidos reparadores. (Ref. 3, Caps. XII e XX).

EFEITOS FÍSICOS - Também no campo de Efeitos Físicos, comumente, encontramos médiuns que se dedicam às curas, realizando alguns, inclusive, operações de natureza extra-física, em doentes tidos como incuráveis, cujos resultados benéficos são imediatos, contrariando, desse modo, todo o prognóstico da ciência terrena.

8 - PSICOGRAFIA:

Faculdade mediúnica, através da qual os Espíritos se comunicam pela escrita manual.

Os médiuns psicógrafos se classificam em:

a.      MÉDIUM MECÂNICO - Quando o Espírito atua sobre os centro motores do médium, impulsionando diretamente a sua mão.Esta se move sem interrupção e sem embargo do médium, enquanto o Espírito tem alguma coisa que dizer.

Nesta circunstância, o que caracteriza o fenômeno é que o médium não tem a menor consciência de que escreve.

b.     MÉDIUM INTUITIVO - O Espírito não atua sobre a mão para fazê-la escrever; atua sobre o Espírito do médium que, percebendo seu pensamento, transcreve-o no papel.

Nessa circunstância, não há inteira passividade; o médium recebe o pensamento do Espírito e o transmite.Tendo, portanto, consciência do que escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento.

A idéia nasce à medida que a escrita vai sendo traçada e essa pode estar mesmo fora dos limites dos conhecimentos e da capacidade do médium.

Enquanto o papel do médium mecânico é o de uma máquina o médium intuitivo age como um intérprete.Para transmitir o pensamento, precisa compreendê-lo, apropriar-se dele, para traduzi-lo fielmente.

c.      MÉDIUM SEMI-MECÂNICO - No médium mecânico o movimento da mão independe da vontade; no médium intuitivo esse movimento é voluntário.O médium semi-mecânico participa dos dois gêneros:Sente que à sua mão é dada uma impulsão, mas, ao mesmo tempo, tem consciência do que escreve, à medida que as palavras se formam.

Assim, no médium mecânico, o pensamento vem depois do ato da escrita; no intuitivo o pensamento precede a escrita e no semi-mecânico o pensamento acompanha a escrita. (Ref. 1, Cap. XV.)

9 - POLIGLOTAS:

Médiuns que, no estado de transe, possuem a capacidade de se exprimirem em línguas estranhas às suas próprias, embora no estado normal não conheçam estas línguas.

Essa mediunidade é denominada XENOGLOSSIA e tem causa no recolhimento de valores intelectuais do passado, os quais repousam na subconsciência do médium.Só pode ser o médium poliglota aquele que já conheceu, noutros tempos, o idioma pelo qual se expressa durante o transe. (Ref. 4, Cap. XXXVIII.)

10 - PRESSENTIMENTOS:

Os médiuns de pressentimentos ou proféticos são pessoas que, em dadas circunstâncias, têm uma intuição vaga de coisas vulgares que ocorrerão ou, permitindo-o a Espiritualidade, têm a revelação de coisas futuras de interesse geral e são incumbidos de dá-las a conhecer aos homens, para sua instrução.

As profecias se circunscrevem às linhas mestras da evolução humana, pelo que é fácil de ser entendida por nós o seu mecanismo, pois, quem já percorreu o caminho, pode retornar atrás e alertar aos da retaguarda sobre seus percalços.

No que diz respeito ao campo individual, pode um Espírito falar a respeito de determinadas provas programadas pela própria pessoa antes da reencarnação.

Seja, no entanto, no plano geral ou no plano individual, as profecias são sempre relativas, já que, detendo a criatura o “livre-arbítrio” poderá em qualquer época, consoante a sua vontade, modificar as circunstâncias de sua vida, imprimindo-lhe novos rumos e, portanto, alterar os prognósticos que naturalmente se cumpririam se não fosse a sua deliberação.

11 - INTUIÇÃO:

Faculdade que permite ao homem receber, no seu íntimo, as inspirações e sugestões da Espiritualidade.

Desenvolve-se por não ter caráter fenomênico, à medida que a criatura se espiritualiza.

Para a intuição pura, portanto, todos nós caminhamos, constituindo a sua conquista um patrimônio da criatura espiritualizada.

12 - REFERÊNCIAS:

1 - Kardec, Allan - “O Livro dos Médiuns” - 29ª Ed. FEB - GB

2 - Luiz, André - “Nos Domínios da Mediunidade”- 2ª Ed. FEB - GB

3 - Armond, Edgard - “Mediunidade”- 9ª Ed. LAKE - SP

4 - Peralva, José Martins - “Estudando a Mediunidade” - 4ª Ed. FEB - GB

(continua

publicado por rcardigos às 18:34

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